Desde sua implementação, a norma IFRS 16 vem exigindo mudanças profundas nos processos contábeis relacionados a locações e contratos de arrendamento. Muitas empresas enfrentaram (e ainda enfrentam) dificuldades na hora de interpretar a norma, organizar os contratos e incorporar os novos critérios ao seu controle contábil.
A boa notícia é que essa transição pode ser feita de forma simples, estratégica e 100% aderente, desde que a empresa adote um modelo claro de fases — e conte com o suporte da tecnologia certa.
A seguir, você confere 4 etapas fundamentais para uma gestão eficiente dos contratos de arrendamento, com foco total em compliance, automatização e performance.
Fase 1: Organização da base de contratos com método e critério
O primeiro passo é estruturar as informações. Parece óbvio, mas é aqui que muitas empresas falham.
Você precisa:
- Consolidar todos os contratos de arrendamento (ativos e inativos);
- Avaliar cada contrato com atenção aos termos, prazos e cláusulas financeiras;
- Identificar quais contratos devem ser reconhecidos como ativo e passivo conforme a norma IFRS 16.
Embora o uso de planilhas seja comum, quando há volume, é altamente recomendado o uso de sistemas que garantam controle de versão, integridade dos dados e rastreabilidade das alterações.
Dica profissional: Não espere o fechamento contábil para fazer essa etapa. Quanto mais cedo você organizar sua base, mais preciso será o mapeamento dos impactos financeiros.
Fase 2: Análise e categorização dos contratos com base na norma
Depois de organizar os dados, é hora de aplicar os critérios contábeis da IFRS 16.
Aqui, você vai:
- Determinar se o contrato é ou não um arrendamento conforme a definição técnica;
- Identificar prazos, taxas de desconto, cláusulas de renovação ou rescisão;
- Calcular o valor presente dos pagamentos mínimos, que será o passivo de arrendamento;
- Definir o ativo de direito de uso e a depreciação contábil associada.
Essa etapa exige julgamento técnico e precisão, pois qualquer erro aqui afeta diretamente os balanços patrimoniais, indicadores financeiros e projeções de caixa.
Uma categorização bem-feita evita ajustes posteriores e garante que os relatórios sejam auditáveis e defensáveis.
Fase 3: Avaliação dos impactos financeiros com base em dados consolidados
Antes de sair implementando lançamentos, é preciso entender o impacto real no seu negócio.
As empresas que fazem essa simulação com antecedência têm vantagem porque:
- Antecipam efeitos no EBITDA, dívida líquida e retorno sobre ativos;
- Conseguem ajustar projeções e relatórios gerenciais;
- Evitam surpresas em auditorias e revisões internas.
A avaliação envolve tanto projeções contábeis quanto reflexos estratégicos, como reavaliação de políticas de leasing, revisões contratuais e impacto em metas financeiras.
Fase 4: Implementação de tecnologia e automatização da gestão do IFRS 16
Por fim, e mais importante: não dá para manter o compliance da IFRS 16 em alto volume com planilhas e controles manuais. A adoção de ferramentas automatizadas transforma essa dor em oportunidade de ganho operacional.
Entre os principais ganhos da automação, estão:
- Contabilização automática de arrendamentos: A tecnologia realiza todos os cálculos exigidos pela norma — valor presente, ativos, passivos, juros, depreciação — e gera lançamentos contábeis completos, sem intervenção manual.
- Eliminação de erros operacionais: Com menos manipulação humana, o risco de erro desaparece. A conciliação contábil torna-se mais ágil e a qualidade da informação aumenta.
- Atualização automática de índices e condições de contrato: Alterações em IPCA, IGPM, taxas de juros ou cláusulas de reajuste são atualizadas em tempo real, garantindo que os cálculos reflitam sempre o cenário atual.
- Projeções futuras para gestão de caixa e planejamento financeiro: O sistema permite simular impactos de novos contratos, rescisões, renovações e indexações, alimentando os relatórios de planejamento com dados reais e atualizados.
Tudo isso permite que a gestão de contratos deixe de ser apenas operacional — e passe a ser estratégica.
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Veja por que a solução se destaca no mercado:
- Tecnologia nativa no SAP: sem necessidade de integrações externas ou uso de servidores adicionais.
- Evita duplicidade de dados e usuários: mais segurança e rastreabilidade.
- Flexibilidade modular: ideal para empresas com estruturas complexas ou múltiplos CNPJs.
- Especialistas na implementação: suporte técnico completo durante todo o processo.
Além de atender os requisitos da norma, a plataforma transforma o controle de contratos em uma fonte de inteligência contábil e financeira para a empresa.
Sabemos que a transição para o IFRS 16 pode parecer desafiadora, mas com planejamento, critério técnico e tecnologia, sua empresa não só se adequa — como transforma a obrigação em diferencial competitivo.
Ao seguir as 4 fases apresentadas e contar com uma solução robusta como a da MakeValue integrada ao SAP, sua operação se torna mais segura, mais transparente e mais inteligente.
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